BATALHA DAS IMAGENS - THE BATTLE OF THE IMAGES - EL COMBATE DE LAS IMÁGENES

PORTUGUÊS - PORTUGUESE - PORTUGUÉS


Muita  gente fala: ‘-Eu não vou falar a verdade porque a verdade não é forte o suficiente’. E a mentira é? Como a mentira é forte o suficiente? Não, ela não é, mas é que depois de uma mentira se inventa uma outra mentira, e assim ela fica mais forte.
E depois de uma verdade não vem uma outra verdade?
Não é possível seguir uma linha de raciocínio que vai de verdade em verdade?
Sim, é possível!
Ainda que seja uma verdade pequena, é muito melhor batalhar com a verdade como escudo.
Ainda que o indivíduo (um político, por exemplo, ou outro indivíduo com função influente) não apareça muito (na mídia) se falar apenasmente a verdade, ainda que se destaque menos que as outras pessoas, quando ele enunciar a verdade, ganhará a sua repercussão, mesmo que pequena. Mas no momento que o indivíduo que fala a verdade ganhar a atenção pública, ele vai poder aparecer com várias verdades, isso é, apresentando raciocínios coerentes.
Enquanto aquele que elabora e diz mentiras, vai aparecer muito antes na mídia, na sociedade, porque a grandeza da mentira abre o caminho, porque o tamanho da mentira assusta, a dimensão da ilusão que o mentiroso cria, ou quer vender, assusta o público. E todo mundo quer saber o que é isso, o que é aquilo, querem verificar se é verdade ou mentira.
Mas depois aquele que não mente continua espalhando as suas verdades, e a batalha vai começar.
Por que não falaram para gente que a Batalha do Final do Mundo ia ser a da Verdade contra a Mentira?
Por que no fundo a Batalha é essa, é o Bem Contra o Mal, e coloquemos nesta expressão sempre o Bem antes. Para se entender melhor o que está acontecendo, o Bem não aguenta mais o Mal que está sendo disseminado.

O Bem Contra o Mal não é nada mais do a Verdade Contra a Mentira, acontece que a Verdade é tão pura e tão boa que ela te dá uma identidade.
Se a gente fosse lutar pela Verdade, cada um iria acabar lutando por si mesmo – para salvar a si mesmo.
Ou, não iríamos nem lutar...
Seríamos simplesmente o que somos, e viveríamos um pouco isolados uns dos outros.
E o Bem, ele nos une, o Bem são coisas que construímos, criamos, fizémos juntos. Esse Bem que é a República, são prédios e são sistemas sociais que embora sejam frágeis, funcionam, chegam a levar alívio para pessoas que vivem afastadas, que vivem de modo diferente, com deficiências, carências.
Então esse é o Bem que se levanta contra o Mal, e como vamos lutar com o Bem se o Bem é as nossas cidades, nossa república? Sim, é aí que entra o Exército. Afinal, as Forças Armadas terão que entrar em ação, porque o Mal vem armado, e ele é terrorista e mata pessoas inocentes, as quais deviam nesse momento, estarem vivendo. Não tem motivo nenhum para que todos esses inocentes sacrificados (em vários países da África, Ásia e Europa) não estivessem vivendo agora, como todos os demais. E os inocentes são pessoas não facilmente substituíveis, que tinham estudado particularidades da vida; talvez entre os terroristas, as pessoas sejam facilmente substituíveis porque tudo o que eles precisam fazer é usar uma arma.
Então, o que eu vejo claramente errado no árabe, é que se escondem atrás de um monte de roupa. Muitos árabes podem não ser terroristas, mas todos eles se juntam, se mesclam facilmente por causa dessa falta de imagem, de individualidade, de liberdade, de afirmação própria. Porque os fiéis árabes, devido a serem descendentes do patriarca Abraão (o qual destruiu todos os ídolos do pai – que eram o ganha-pão do seu próprio pai) não aceitam imagens de nenhum tipo.
Então enquanto os ocidentais são reprodutores incansáveis de imagens, e preserva a boa parte delas ou as transforma para não perdê-las, o muçulmano é um destruidor de imagens por princípio!
Mas nós, seres humanos, precisamos de imagens, porque a imagem é um modelo. Porque quando estamos dormindo, o nosso modelo é o que permanece. É quem guarda os nossos objetivos, é aquilo que se vê primeiro, a nossa apresentação.
Como os religiosos, enquanto um dorme, o outro está em outra parte do mundo, fazendo a mesma coisa que aquele que dorme fará acordado dentro em pouco. Um religioso guarda o outro. Porque eles são semelhantes, então a imagem deles guarda a semelhança (o(s) mesmo(s) objetivo(s)).
E o nosso ponto fraco, o qual inflama a massa de terrorista, é o nosso culto à imagem.  Por isso, eles invadem um outro país, e em uma hora, duas, eles conseguem acabar com muitas imagens impiedosamente. Assim, vendo a terrível foto dos mortos assassinados jogados ao chão, vemos que mais nada resta, eles destruíram imagens vivas, que ainda que desconhecidas para mim, me pareciam apenas inocentes.

ENGLISH - INGLÊS - INGLÉS

A lot of people say: '' I will not speak the truth because the truth is not strong enough, it doesn't hold by itself." And lying is? How lying is strong enough? No, it is not, but after a lie comes another invented lie, so the lie becomes stronger.
And after a truth does not come another truth?
Can't you follow a line of reasoning that goes from one truth to another truth?
Yes, it is possible!
Even considering a small truth, it's much better fight using the truth as a shield. Although an individual (a politician, for example, or other individual with influential role), one who does not appear much (in the media) and talk solely the truth, although he detaches less than other people, once he starts stating the truth, he shall gain his social impact, even if a small one. But at the time the individual who speaks the truth gain public attention, he will show up with several truths.
While that one who prepares and tells lies for every one, he will long before be appearing in the media, in the society, because the greatness of lies paves his way, because the size of the lie scares, the illusion dimension that the liar creates, or want to sell, scares the public. And everyone wants to know what is it, what is that, they want to check his lies.
But then, the one who speaks the truth continues spreading truths, and the battle begins.
Why they did not tell us that the World Final Battle would be the the one of the Truth against deceit?
Because deeply the Battle is the following, the Good against Evil, and always, in this expression, put Good before Evil. To better understand what is happening, the Good does not withstand any more the Evil being disseminated.

The Good Against Evil is nothing but the Truth against Deceit, it turns out that the truth is so pure and so good, it gives you an identity, if we were fighting for truth, each would end up fighting for itself - to save itself.
Or, we would not even fight...
We would be just what we are, and we would live somewhat isolated from each other.
And the Goodness, it unites us, the Goodness hovers over the things we built, we created, we made together. This Goodness is the Republic, the buildings and their social systems that, although fragile, work, come to bring relief to people living apart, living differently with disabilities and different needs.
Therefore, this is the Goodness that stands up against Evil, and how we will fight with this sort of Goodness if the Goodness is our cities, our republic? Yes, that's when enters in place the Army. After all, the military forces will have to take action because Evil comes armed, and is a terrorist that kill innocent people, those who should be alive right now. There's no reason at all for all these sacrificed innocents (in several countries in Africa, Asia and Europe) were not living now, like everyone else. And the innocent people is not easily replaceable, they had studied particularities of life. Perhaps, among the terrorists, people are easily replaceable because all a terrorist need to do is to use a gun.
So, what I see clearly mistaken in Arabic image, is that they always hide themselves behind a lot of clothes. Many Arabs may not be terrorists, nor favorable to them, but all of them come and easily mingle together because of the lack of image, individuality, freedom, self-assertion. Because the Arabs, who are faithful descendants of patriarch Abraham (which destroyed all his father's idols - by its turn, it was the main breadwinner of his own father), do not accept images of any kind.
So while the occidental peoples are tireless creators of images, and preserve most of them or turn them in something else to not lose them, the Muslim is a destroyer of images as a matter of principle! But we, human beings, we need pictures. Because the image is a model, because when we are asleep, our model is what remains of us. It's that who guard our purposes, that goes before ourselves.
As religious people, while one religious man sleeps, the other is in another part of the world, doing the same thing that the sleeping will do when he awakes. One is saving other's image. Because they are similar, then their image guard the similarity (the same(s) objective(s)).
And our weak point, which ignites the mass of terrorist, is our cult to the image.  So they invade a country, and in one hour, two, they can mercilessly exterminate many images. So, seeing the terrible picture of many people killed thrown to the ground, we see that nothing is left, they destroyed vivid images, that although were unknown to me, seemed just innocent before my eyes.


ESPAÑOL - SPANISH - ESPANHOL

Mucha gente dice: ‘No voy a decir la verdad, porque la verdad no es lo suficientemente fuerte’. Y la mentira es? Cómo mentir puede ser lo suficientemente fuerte? No, no lo es, pero es que una vez que se ha dicho una mentira se inventa otra mentira, por lo que se hará la mentira más fuerte.
Y después de una verdad no viene otra verdad?
No se puede seguir una línea de pensamiento que va de verdad a la verdad?
¡Si, es posible!
Aunque es un hecho pequeño, es mucho mejor pelear teniendo la verdad como escudo. Aunque el individuo (un político, por ejemplo, u otra persona con papel influyente) no aparezca mucho (en los medios de telecomunicación) cuando él habla solamente la verdad. A pesar de que gane menor destaque que otras personas cuando enuncia la verdad, el tendrá su impacto, por pequeño que sea. Pero en el momento en que un individuo que dice la verdad ganar la atención del público, él será capaz de decir varias verdades, es decir, la presentación de argumentos coherentes.
Mientras aquél que prepara y dice mentiras, aparece en los medios de comunicación, en la sociedad mucho antes, la grandeza de las mentiras abre su camino, porque el tamaño de la mentira asusta, la dimensión de la ilusión que el mentiroso crea, o quiere vender, asusta al público. Y todo el mundo quiere saber lo que es eso, lo que es aquello, y quiere comprobar lo que es verdadero o falso.
Pero después, aquél que no miente mantiene la difusión de sus verdades, y la batalla comienza.
¿Por qué no nos dijeron que la batalla final del mundo sería la verdad contra la mentira?
Porqué verdaderamente la batalla es esa, del Bien contra el Mal, y ponemos en esta expresión siempre el Bien antes del Mal. Para entender mejor lo que se pasa, el Bien no soporta más lo que el Mal está haciendo.

El Bien contra el Mal no es nada más que la verdad contra la mentira, resulta que la verdad es tan pura y tan buena que dale a uno su identidad única.
Si fuéramos luchar por la verdad, cada uno terminaba peleando sólo por si mismo - para salvarse.
O, no íbamos siquiera a luchar...
Seríamos simplemente lo que somos, y viviríamos un tanto aislados unos de los otros.
Y el Bien nos une, el Bien son las cosas que construimos, criamos, hicimos juntos. Pues el Bien es la República, son los edificios y los sistemas sociales que, aunque frágiles, funcionan, vienen a traer alivio a las personas que viven apartadas, viviendo de manera diferente con discapacidades y necesidades únicas.
Así que el Bien está en contra del Mal, y cómo el Bien va a luchar si el nuestro Bien se resume es nuestras ciudades, nuestra república? Sí, ahí es donde entra la función del ejército. Después de todo, los militares tendrán que tomar medidas porque el Mal viene armado, y es el terrorista que aniquila a personas inocentes, las cuáles debían, en ese momento, estar viviendo. No hay ninguna razón para que todos eses inocentes sacrificados (en varios países de África, Asia y Europa) no estuviesen vivos ahora, como todas las demás personas. Y esas personas inocentes no son fácilmente reemplazables, habían estudiado particularidades da la vida; quizás, entre los terroristas, las personas son fácilmente reemplazables porque lo único que tiene que hacer es usar un arma.
Así que lo que yo veo claramente erróneo en la cultura árabe, es que todos se esconden detrás de un montón de ropa. Muchos árabes pueden no ser terroristas, pero todo eso fácilmente se mezcla debido a esta falta de imagen, de individualidad, de libertad, de autoafirmación. Debido que los fieles árabes, que son descendientes del patriarca Abrahán (lo cual destruyó todos los ídolos de su padre - aunque esos representaban el sostén de su familia), no aceptan imágenes de ningún tipo.
Así, mientras que los occidentales son los incansables reproductores de imágenes, y que conservan la mayor parte de ellas, o que las transforman para que no se las pierdan, el musulmán es un destructor de imagen por cuestión de principio!
Pero todos nosotros, los seres humanos, necesitamos imágenes, porque la imagen es un modelo. Porque cuando estamos dormidos, nuestro modelo es lo que queda de nosotros. Es quién guardan nuestros propósitos, es el que estaba adelante, nuestra presentación.
Como entre los religiosos, mientras uno duerme, el otro está en otra parte del mundo, haciendo lo mismo que aquél que duerme, cuando despierto, lo hace también. Debido a que son similares, entonces la imagen custodia la similitud (lo(s) mismo(s) objetivo(s)).
Y nuestro punto débil, lo cual enciende la masa de los terroristas, es nuestro culto de la imagen.  Así que los terroristas invaden otro país, y en una hora, dos, consiguen acabar con muchas imágenes sin piedad. Así que, al ver el cuadro terrible de los muertos asesinados arrojados al suelo, veo que no quedó nada, destruyeron imágenes vívidas, que, aunque eran solamente desconocidas para mí, parecían a mi como personas inocentes.
 

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