Prefiro a cruz à luz da lua

Melhor a cruz que a lua
Então os (...), não posso dizer muçulmanos, porque estou me referindo apenas àqueles que querem fazer a cabeça das pessoas para que haja matança no Oriente Médio, que infundem o conceito de que se morra uns pelos outros, e que são provenientes de um povo que ainda tem a lua como o seu símbolo.
Esses entendem a lua minguante como a foice mesmo, e vestem-se de morte (o suicida) com uma foice ceifando muitos indistintamente ao mesmo tempo. A lua é o seu símbolo precário.
Melhor o símbolo da cruz, que nos lembra de novo, o que todo mundo já sabe, que existe um mundo além deste, além da nossa compreensão.
Enfim, o que dizer, a lua é um símbolo tão primitivo, sinceramente, o seu velho, primário ‘profeta’ olhou para o céu, viu o astro mais brilhante e disse esse é o meu símbolo? Que falta de tudo! Inteligência, criatividade, desenvolvimento intelectual! E então quando a lua desaparece eles agem como loucos? Hora de morrer e matar todo mundo? Quer dizer, a sua filosofia debilmente provém desse simbolismo lunático.
Quando não tem nem mais a lua minguante no céu, na prática, não se tem iluminação na terra e ninguém consegue ver sem uma luz fabricada, industrial. Isso não quer dizer que as pessoas deixem de existir ou não deveriam existir mais!

Então quando a gente pensa em cruz, é exatamente o símbolo contrário, é o símbolo da existência, da estrutura e da permanência. É tão superior à lua, pois o homem já foi à lua, e fincou o seu símbolo ali, e a lua não é mais inatingível. E tendo fincado ali o seu mastro, provou que a lua existe permanentemente.  Não que por termos conseguido fincar uma bandeira na lua, tenha se tornado uma propriedade humana. Mas o mastro de uma bandeira, isso é a pré-estrutura de uma cruz que foi fincada ali, bem no âmago do símbolo muçulmano.
É a cruz sobre a mesquita, sobre o mundo todo.
A cruz ainda serve de estrutura permanente para as bandeiras de todas as nações. É a estrutura paralela ao governo, o qual muda e corrompe-se constantemente, enquanto é a cruz que ainda incita a vivermos com ética, e quem muda periodicamente é o governo, é esse que tem a luz instável influenciando marés após marés.
Com a escolha da lua como símbolo, os muçulmanos queriam ser o astro maior dominante entre as infinitas estrelas. Dominariam todas as constelações, as quais regiam e simbolizaram as lendas romanas.
Enfim, a cruz é que vence a depravação do mundo romano. A cruz difere muito do domínio da lua, não é mais uma questão de lunáticos, poetas e meia-luz, a cruz significa estabilidade dentro de um universo em movimento. Não procura o equilíbrio, ela impõe o equilíbrio com o encontro de duas forças em um único ponto, até seria possível ousar dizer que essas duas forças (linhas), a horizontal e a vertical, uma simboliza o povo muçulmano, a vertical; e a outra, o povo judeu, a horizontal. Pois ambos povos já existiam antes de qualquer elevação do cristianismo.
Unir ambos povos em um só símbolo e ainda fazer disso uma terceira grande e influente religião, só com muito poder, muita magia, poder de permanência, autoridade, fidelidade.

Eu não sei se outras pessoas veem isso, mas quando olho para uma dessas cruzes no alto de uma edificação me vem a força do mistério, uma assinatura completamente diferente que fica sobre a obra ao invés de em um pequeno canto escondido, ou em uma placa de referência. Quase como se fosse uma entrada, mas muito alta para se alcançar, como se tivéssemos sempre que nos elevar, para entrar no mundo dos céus, não ceifados pela fraca luz da lua, a qual não possibilita diferenciar um ser humano do outro. 
(Digital art from Jeffrey Smith)


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